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Nova fase da Calicute mira coronel da PM e delegado

Uberaba, 13 de março de 2018

Policias federais estão nas ruas do Rio de Janeiro para cumprir 14 mandados da nova etapa da Operação Calicute, a versão fluminense da Lava-Jato. Entre os alvos estão o delegado Marcelo Luiz Santos Martins, diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada do Rio, e também o coronel da Polícia Militar Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, ex-secretário estadual de Administração Penitenciária (Seap). Juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal do rio de Janeiro assinou 14 mandados de prisão na Operação Pão Nosso. Eles são acusados dos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, fraude em licitação e peculato.

Cesar Rubens comandou o sistema penitenciário do Rio durante a gestão do então governador Sérgio Cabral; ele e Marcelo Martins são acusados de integrar organização criminosa que fraudou os contratos de fornecimento de alimentação para mais de 50 mil presos do estado. No período, entre 2009 e 2014, os mesmos fornecedores dividiam entre si os lucros do esquema; os contratos somaram R$ 72 milhões. Em troca dos contratos, as empresas pagavam propina a Cabral, Rubens e outros dois, o advogado Marcos Vinícius da Silva Lips, ex-secretário adjunto de Tratamento Penitenciário da Seap, e o ex-ordenador de despesas do órgão, Wellington Perez Moreira.

Além de delegado Marcelo, seu pai, Carlos Mateus Martins, tem contra si um mandado de prisão, bem como o empresário Carlos Felipe da Costa Almeida de Paiva Nascimento, dono do Esch Café, tradicional ponto de encontro de admiradores de charutos no Centro do Rio, no Leblon e em São Paulo.

*Com informações do jornal O Globo

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